quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Uma prisão chamada noite

O cair da noite era um martirio para mim e por mais que eu passase o dia todo me preparando eu nunca estive realmente preparada.

 Mas com sinceridade apesar de não desejar nenhuma das minhas experiencias para ninguem, elas me transformaram em quem sou, sou a mulher que ao ouvir um ruido não cobre a cabeça com o cobertor mas cria uma armadilha ao possivel oponente. Sou a mulher que age de acordo com o que acredita independente das consequências, que fica quase roxa se tenta contar uma mentira e que sempre que demonstra um sorriso é sincero porque sei o quão precioso é poder carrega-lo...não sou perfeita de forma alguma mas sou aquela que desejei quando me perguntavam o que eu queria ser quando crescesse e isso me basta.

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